sexta-feira, 15 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vou ter que ir mesmo trabalhar hoje?!

Sabe aquela frase: Ai meu Deus vou ter que ir trabalhar hoje...acompanhada de uma expressão facial não muito boa?


Isso acontece com muitas pessoas, é a velha mania de pegar a primeira vaga de emprego disponível no momento e não persistir em outra que poderia vir a ser mais adequada ao perfil do indivíduo.

Fato como esse é prejudicial tanto ao empregado que fica desmotivado, adquire descontentamentos por tudo e por todos da organização por se sentir deslocado. Quanto para empresa, que passa a possuir uma bomba relógio que a qualquer momento poderá explodir até naquele cliente especial.

Muitas vezes a organização quer formar um quadro de pessoal com empregados bem diferentes do perfil que necessariamente se encaixaria na realidade que a empresa oferece.

Se a busca é por profissionais bem automatizados que estão acostumados a aguadar as ordens da chefia, a empresa não queira que estes ofereçam iniciativa e criatividade. Já se a empresa busca por profissionais com grande conhecimento organizacional que buscam desafios e melhorias contínuas de vida profissional, não é com uma vaga imutável que a empresa vai conseguir reter talentos desse tipo.

Contudo, realizando recrutamento e seleção bem feitos a possibilidade de erro da escolha fica bem reduzida. Lembrando sempre que antes do ingresso de qualquer novo profissional na empresa, é preciso ter claramente a ciência do perfil desta organização.

sábado, 11 de julho de 2009

Quem são os clientes internos?

A época em que empresas só possuíam como função produzir e vender produtos e serviços, já vem sendo superada. Hoje gerar satisfação em seus clientes de forma a fidelizá-los é o grande diferencial. E os clientes que estão dentro da empresa como fazer para manter sua fidelidade? Como mobilizá-los para aderir as ideias da organização? Como criar estímulos para isso?
Perguntas como essas estão inseridas nas diretrizes do endomarketing. Afinal, esta temática trata de estratégias de comprometimento da organização com os clientes internos e vice-versa.
As pessoas constituem parcerias com as organizações, deixaram de ser somente um recurso da empresa, e passaram a ser colaboradores internos e externos que constribuem para o sucesso organizacional e por consequência conquistam também o sucesso individual. E isto é o que Brum (2003) expõe em seus livros, ela diz que o objetivo de levar felicidade às pessoas em seus ambientes de trabalho é o objetivo do endomarketing.
Então para assegurar a aplicação de qualquer plano elaborado pela empresa deve ser considerado o fator humano. Deste modo, Scott (2002) defende que para obter mais daquilo que você quer, trate cada pessoa de dentro de sua organização do mesmo modo como seria tratado um cliente externo importante. Quando você o faz, é garantido que obterá maior cooperação.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Por que não considerar empregados como clientes?

Tomar consciência de que existem clientes dentro da empresa por muito tempo foi questão impensada pelas empresas, hoje se vê que tratar as pessoas não só como recurso humano dentro da organização e sim como pessoas é a nova visão aplicada. No entanto, para isto há a necessidade de elaborar estratégias que fixem esse sentimento em todas as pessoas da organização e que a reformulação deste conceito não fique só como uma nova forma de nomear. E o endomarketing cabe perfeitamente neste novo cenário. É preciso fazer alterações de abordagem, mudanças na maneira de tratar e ver as coisas e, sobretudo, fortalecer a comunicação interna para impregnar a novidade ao quadro funcional das empresas. Assim, de modo a conduzir ações aplicadas ao mercado externo no ambiente interno requerendo de altas doses de responsabilidade e competência, buscamos através de vários autores defender as ideias do endomarketing como ferramenta de gestão eficaz para implementação de um plano de marketing voltado para dentro da organização. Atitudes como atrair talentos como se atrai clientes, diferenciar a empresa como se diferencia determinado produto, reter campeões como se mantem consumidores fiéis, formar grandes equipes como se gera força de mercado, aprender quem são as pessoas que levam o nome da empresa assim como pesquisar quem consome os produtos. Enfim, tudo para socializar a noção de vencedores dentro da organização a fim de que todos possam a partir do reconhecimento se sobrepor as implicações do trabalho de forma voluntária fazendo com que, no final, todos saiam ganhando.